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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Marisa Orth estará à frente da bateria da Unidos da Tijuca

Juliana Alves vai dividir seu posto com a atriz este ano

Marisa Orth - AgNews

Este ano, Juliana Alves vai dividir seu posto de rainha de bateria. A atriz, que reinava absoluta à frente dos ritmistas da Unidos da Tijuca há cinco anos, desta vez vai estar acompanhada de Marisa Orth, que ganhou o cargo de madrinha. Como o enredo da agremiação é uma homenagem a Miguel Falabella, Marisa virá representando Magda, personagem de ‘Sai de Baixo’, programa de sucesso da TV Globo dos anos 90 escrito por Miguel Falabella, Rosana Hermann, Maria Carmem Barbosa e Euclydes Marinho. Magda fazia dobradinha com Caco Antibes, interpretado por Falabella. A fantasia de Marisa é comportada e a Magda da Avenida virá com o seu habitual terninho. Desta vez, amarelo. Juliana vem representando a avareza, um dos sete pecados capitais cometidos por Caco Antibes no seriado.

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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

De shortinho, Anitta ensaia para seu bloco de Carnaval

Evento aconteceu na Barra da Tijuca, neste domingo

Anitta ensaia para seu bloco de Carnaval na Barra da Tijuca - Ag. News

Anitta já está se preparando para o "Bloco das Poderosas". A cantora promoveu um ensaio em uma boate na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, neste domingo. De shortinho, Anitta mostrou que está em plena forma e colocou o público para dançar ao som de "Vai Malandra" e outros sucessos.

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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Presidente do Salgueiro diz que Luciano Huck propôs R$ 6 milhões para virar enredo

Segundo presidente do Salgueiro, Luciano Huck teria oferecido dinheiro para virar tema de desfile

Fica difícil acreditar que Luciano Huck não pensa em melhorar sua imagem junto ao público para, quem sabe, uma possível eleição. A presidente do Salgueiro, Regina Celi, revelou ao “TV Fama” que o apresentador da Globo ofereceu R$ 6 milhões para ser samba-enredo no Carnaval de 2018.

A carnavalesca, no entanto, afirmou que a escola preferiu outro tema e recusou a proposta. No próximo desfile, a Salgueiro entra na Sapucaí com o tema “Senhoras do Ventre do Mundo”.

Rumores dão conta de que Huck também entrou em contato com a equipe da Mangueira para tentar conseguir uma vaga. A escola também vetou a ideia. O apresentador jura de pés juntos que não procurou nenhuma agremiação.

O marido de Angélica afirma que um compositor teria comentado a possibilidade de fazer um samba sobre sua carreira e que foi ele quem procurou as escolas, sem sua autorização.

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por Henrique Brinco
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quinta-feira, 6 de abril de 2017

Portela terá que dividir com Mocidade título do Carnaval 2017

Mocidade Independente de Padre Miguel conseguiu mudar o resultado do campeonato carioca e vai dividir a taça

Integrantes da Portela levantam a taça do Carnaval 2017, no Rio de Janeiro (Rafael Moraes/VEJA.com)

A Portela terá seu título de campeã do grupo especial no Carnaval de 2017 dividido com a Mocidade Independente de Padre Miguel. A escola da Zona Oeste conseguiu mudar o resultado do Desfile das Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro durante uma reunião que ocorreu nesta quarta-feira na sede da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), no centro do Rio.

Durante a votação, sete escolas de samba, incluindo a Mocidade, foram a favor da divisão do campeonato. Houve cinco abstenções, incluindo o Império Serrano, que voltou à elite dos desfiles ao vencer no grupo da Série A. A única contrária à decisão foi a Portela.

A discussão sobre a divisão do título começou no dia 20 de março quando a Liesa divulgou as justificativas dos jurados dos quesitos conquistados pelas agremiações nos desfiles do Sambódromo, na Marques de Sapucaí. O julgador Valmir Aleixo justificou a perda de um décimo da nota no julgamento do abre-alas da Mocidade Independente. De acordo com Aleixo, faltava um destaque que considerava importante para a apresentação do enredo na avenida. O problema é que a interpretação de Aleixo se baseava em informações da primeira edição do roteiro das escolas que é distribuído pela Liesa.

Na versão atualizada não constava mais a presença do destaque, retirado do enredo pela escola antes do carnaval. Com a falta da pontuação, a Mocidade se tornou vice-campeã com a diferença de um décimo.

Se a Mocidade tivesse conseguido a pontuação durante a apuração das notas seria a campeã deste ano, porque ficaria empatada com a Portela. O desempate, conforme foi anunciado no início da apuração, era o quesito comissão de frente, em que a Portela perdeu um décimo. Com os 30 pontos conquistados em comissão de frente, a Mocidade sairia vencedora. No dia da apuração, a Portela terminou com 269,9 pontos e a Mocidade ficou com o total de 269,8.

Comandada pelo carnavalesco Paulo Barros, a Portela desfilou com o enredo “Quem nunca sentiu o corpo arrepiar ao ver esse rio passar”, que exaltou grandes rios pelo mundo e como a água foi fundamental para o desenvolvimento das civilizações. Já a Mocidade homenageou o Marrocos com o enredo “As mil e uma noites de uma Mocidade pra lá de Marrakesh”.

Através de seu Facebook, a Portela soltou uma nota informando que realizará na tarde desta quinta-feira uma coletiva de imprensa para tratar do assunto. “Na ocasião, o presidente Luis Carlos Magalhães e outros integrantes da diretoria vão se manifestar oficialmente sobre a decisão da Liesa de dividir o título do Carnaval 2017”, completa.

Enquanto isso, a Mocidade Independente de Padre Miguel, mais do que depressa atualizou os seus perfis nas redes sociais para adicionar o campeonato conquistado.


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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Rainha de bateria da Mangueira é barrada na Sapucaí: 'Muito chato'

Renata Santos tentou entrar na avenida sem credencial, no ensaio da Mocidade, neste domingo, 15.
Depois, debochou: 'Vou assistir de camarote.'

Léo Martinez do EGO, no Rio.......
Renata Santos é barrada ao tentar entrar na Sapucaí sem credencial(Foto: Roberto Teixeira / EGO)

Rainha de bateria da Mangueira, Renata Santos foi barrada na Marquês de Sapucaí, neste domingo, 15, durante o ensaio técnico da Mocidade Independente de Padre Miguel. Acompanhada de dois amigos, ela tentou entrar na avenida sem credencial na área reservada a quem está a serviço e foi impedida.

"Infelizmente, não é só pelo fato dela ser rainha. A ordem que temos é para qualquer pessoa que não esteja em serviço. Pelo que me consta, a Mangueira não ensaia hoje. Por mais que ela seja importante para o carnaval, agora ela é público como outra pessoa qualquer", disse um dos responsáveis pela segurança, que não quis informar o nome.

Depois da confusão, Renata foi para um camarote, a convite de um amigo. "Isso tudo é muito chato. Mas nao importa, vou assistir de camarote."
A rainha de bateria no momento em que foi barrada na Sapucaí (Foto: Roberto Teixeira / EGO)

fonte:http://ego.globo.com/carnaval/2012/noticia/2012/01/rainha-de-bateria-da-mangueira-e-barrada-na-sapucai-muito-chato.html
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sábado, 19 de março de 2011

Roberto Carlos e Raíssa teriam passeado de barco juntos

A coluna Zapping, do jornal paulista "Agora", afirma, neste sábado, 19, que Roberto Carlos levou Raíssa, a rainha de bateria da escola de samba da Beija-Flor, e sua família para um passeio de barco, recentemente.

A coluna Zapping, do jornal paulista "Agora", afirma, neste sábado, 19, que Roberto Carlos levou Raíssa, a rainha de bateria da escola de samba da Beija-Flor, e sua família para um passeio de barco, recentemente. Procurada, a assessoria do cantor disse que Roberto tem sente carinho pela moça, mas está solteiro "e, como tal, tem suas paqueras".

Desde que foi acertado que o Rei seria o enredo da Beija-Flor no carnaval de 2011 - a escola levou o campeonato -, começaram as especulações sobre um possível interesse do cantor por Raíssa, que tem 20 anos e está à frente da bateria da agremiação desde os 12. Os dois admitem que sentem um grande carinho um pelo outro, mas insistem em dizer que são apenas amigos.
http://br.omg.yahoo.com


sexta-feira, 4 de março de 2011

Veja a agenda dos desfiles das escolas de samba de São Paulo

04/03/2011 08h08

Carnaval paulistano começa às 23h15 desta sexta (4) com Unidos do Peruche.
Também desfilam nesta madrugada Vai-Vai e atual campeã, Rosas de Ouro.

Do G1, em São Paulo


Está quase tudo pronto para o carnaval de São Paulo. Os carros alegóricos já estão posicionados no Sambódromo do Anhembi para o início dos desfiles do grupo de elite do carnaval paulistano, marcado para as 23h15 desta sexta-feira (4), com a escola de samba Unidos do Peruche.

Após a Unidos do Peruche, passam pela avenida, na ordem, as escolas Tom Maior(0h10) , Acadêmicos do Tucuruvi (1h05), a atual campeã Rosas de Ouro (2h), Mancha Verde (2h55), Vai-Vai (3h50) e Pérola Negra (4h45).

Na noite de sábado para domingo, desfilam Nenê de Vila Matilde (22h30), Águia de Ouro (23h35), Mocidade Alegre (0h20), Unidos de Vila Maria (1h15), X-9 Paulistana (2h10), Gaviões da Fiel(3h05) e Império de Casa Verde(4h10).

Cada escola tem de 55 a 65 minutos para completar seu desfile no sambódromo.

Os portões do Anhembi, que espera receber 32 mil pessoas em cada uma das duas noites de carnaval, abrem às 17h. São esperadas 32 mil pessoas por noite.

Os ingressos do sábado já estão esgotados, mas ainda restam entradas os desfiles desta sexta.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Carlinhos de Jesus revela segredos da comissão de frente da Beija-Flor, na homenagem ao cantor Roberto Carlos



Ala contará a história de um menino que descobre um rádio entre os brinquedos
veja.abril.com.br - 27.02.2011
Rafael Lemos
Carlinhos de Jesus estreia na Beija-Flor com a missão de abrir o desfile que vai homenagear o cantor Roberto Carlos

Carlinhos de Jesus estreia na Beija-Flor com a missão de abrir o desfile que vai homenagear o cantor Roberto Carlos (Ricardo Almeida / Divulgação)

"Juntaremos dois quesitos num só para o carnaval desse ano. Haverá uma interação com o mestre-sala e porta-bandeira. A comissão terá 15 pessoas: 13 e mais o casal"

Expoente da dança de salão no Brasil, o dançarino Carlinhos de Jesus também virou sinônimo de comissão de frente graças aos 11 anos que passou na Estação Primeira de Mangueira. A paixão pela folia nasceu aos 8 anos, quando desfilou pela primeira vez na escola de samba Em Cima da Hora. Hoje, aos 58 anos, o coreógrafo completa meio século de Carnaval e se prepara para estrear na Beija-Flor de Nilópolis, que vai homenagear o cantor e compositor Roberto Carlos com o enredo A Simplicidade de um Rei.

Suas comissões de frente têm apenas um alvo: o jurado. Obter nota máxima em todas as cabines é uma obstinação. Carlinhos não se considera autoritário nem centralizador, mas faz questão de conhecer detalhadamente todas as etapas do desfile – embora responda apenas pela comissão de frente. “Não me vejo fazendo uma coisa sem que eu esteja literalmente envolvido nela. Quero estar envolvido no começo, no meio e no fim. Estudo todo o enredo, sei o que vem em cada carro. Preciso disso para incorporar o espírito. É um mergulho profundo”, argumenta.

Apesar de veterano, Carlinhos de Jesus confessa que ainda se sente inseguro antes de entrar na Marquês de Sapucaí: “Ainda fico com vontade de ir ao banheiro na hora de começar o desfile”. E é essa insegurança que não o deixa se acomodar. Na pesquisa para a comissão da Beija-Flor, ele passou 30 dias na China, estudando a tecnologia de LEDs. “É incrível. Lá, todos os prédios usam muito LED. A cidade é muito iluminada. Falam de Paris, mas acho que Xangai é a verdadeira cidade-luz.”

No fim das contas, descobriu que dessa vez sua imaginação voou alto demais até mesmo para os milionários orçamentos das grandes escolas de samba do Rio de Janeiro. O jeito foi partir em busca de outra solução - sempre criativa, claro. O resultado, ele conta nessa entrevista ao site de VEJA.

Como será a apresentação da comissão de frente da Beija-Flor? Será a história de um menino que mexe na sua caixa de brinquedos e descobre um rádio. Esse rádio emite notas musicais, que o levam a uma viagem e o conduzem a sua inspiração. O menino se encanta com aquilo e liga o rádio. As notas começam a pular. Você não vai ouvir, mas sim ver as notas enquanto elas evoluem, como num balé, com sedas chinesas. Então, o rádio emudece e a criança fica triste. Esse rádio se abre, o menino entra e sai dele, e olha pro céu. Vem uma benção do céus, das Marias. Ele se benze e o rádio volta funcionar. Aí, aparecem a namoradinha de um amigo dele, meninas que ele beijava no cinema, a Lady (Laura), a mulher de 40, a gordinha, a amada amante... Enfim, todas as grandes mulheres que o ensinaram.

Como foi a escolha do menino que interpretará o Roberto Carlos? Primeiro, pensei numa grande seleção. Mas depois comecei a observar as crianças que me cercavam, como alunos e filhos de bailarinos. Acabei escolhendo o filho do meu assistente artístico. É o Thaian Marques, de 11 anos. Ele ganhou a Dança dos Famosinhos, no Domingão do Faustão. Eu era jurado. Fiz um laboratório com ele, contei a historinha e fomos desenvolvendo. Ele é muito talentoso.

Veremos algo revolucionário na comissão da Beija-Flor esse ano? Juntaremos dois quesitos num só para o Carnaval desse ano. Haverá uma interação com o mestre-sala e a porta-bandeira. A comissão terá 15 pessoas: 13 e mais o casal de mestre-sala e porta-bandeira. Também teremos ilusionismo. Para isso, chamei o Issao Imamura, que me fez levitar na Avenida em 2003. Mas é surpresa. A única coisa simples será o figurino. A gente fala da simplicidade do Roberto Carlos, da infância dele, daquilo que o tornou um rei. Não posso trazer luxo ali na frente.

No ano passado, uma comissão de frente foi a grande sensação do Carnaval carioca: a da campeã Unidos da Tijuca, que usou elementos de mágica. O que você achou? Achei incrível. As comissões são um espetáculo à parte. Não que elas tenham que se desligar do restante da escola, mas o público espera ver um grande show. Nesse caso, a Tijuca já trouxe um trabalho pronto. Não foi tanto um trabalho de criação, porque era algo que já existia. Mas teve o mérito do ensaio duro, do empenho dos bailarinos. Foi uma ideia maravilhosa do Paulo Barros levar aquilo para a Avenida.

É a sua estreia na Beija-Flor. É uma questão de honra fazer algo impactante? Olha, não faço comissão nem nenhum outro trabalho pensando no que já fiz. A minha preocupação é algo muito mais importante, o jurado. Tenho que agradar o jurado. Tenho que atender ao quesito. Para estar envolvido com tudo isso, nunca penso nos outros trabalhos. Eu me desligo. É instintivo. Tenho 58 anos. Desfilei pela primeira vez aos 8 anos, na Em Cima da Hora. Portanto, este ano completo 50 anos de Carnaval. Mas é como se esse fosse o meu primeiro ano. Fico nervoso, preocupado, pensativo. As pessoas tentam me acalmar, mas sou assim: se você me der uma missão, pode deixar que eu faço. Eu me empenho naquilo. Não consigo me acomodar. É sempre como se fosse a primeira vez. Não tem essa de tranquilidade. Ainda fico com vontade de ir no banheiro na hora de começar o desfile.

Qual a sua comissão inesquecível? Eu apontaria a comissão de 1999: Os Bambas no Samba. Foi quando ressuscitei na Avenida os personagens da música popular brasileira, como Nelson Cavaquinho, Cartola, Noel Rosa, Pixinguinha, Donga, Natal da Portela. Para as máscaras, usei o mesmo material das usadas nos filmes Uma Babá Quase Perfeita e O Professor Aloprado. É uma mousse de chocolate vinda dos Estados Unidos, uma película muito fina. Esse ano também foi mágico porque aconteceram coisas meio místicas nos bastidores.

Pode dar um exemplo? Aconteceram coisas ligadas a esses personagens, por exemplo. Meio espiritualistas mesmo. Nos ensaios, se repetiam coisas que na verdade eram características daquelas pessoas. Ismael Silva nunca chegou no horário dos desfiles, na vida real. Quando ele chegava, a escola sempre já estava na Avenida. Naquele ano, comecei a concentrar os bailarinos às 8 horas. O desfile seria às 3 horas do dia seguinte. Portanto, tínhamos 18 horas para não haver imprevistos. O maquiador começou a maquiá-los. Ismael foi um dos primeiros. Momentos antes do desfile, justamente a máscara dele, que era uma das mais fáceis, se soltou. O maquiador consertou, mas o bailarino chegou atrasado, com a escola desfilando, exatamente como o Ismael da vida real. Foi muito engraçado.


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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Sheron Menezzes distribui santinhos à bateria da Portela com cara de tédio




Tem foto que vale mais do que mil palavras né? Cata essa foto da atriz Sheron Menezzes, rainha de bateria da Portela. Depois que ascendeu ao posto, além de comentários de que o gingado da morena não é digno de uma rainha de bateria, o comportamento dela com a comunidade também era visto com reprovação. Atrasos, pedido de carro blindado para ir aos ensaios levaram a escola a se irritar com a gaúcha.

Então foi divulgada essa foto da atriz distribuindo santinhos, medalinhas de São Sebastião, aos integrantes da escola no último ensaio técnico na Passarela do Samba, no Centro do Rio.

Percebam o semblante da rainha de quem está a-man-do estar ali em meio à rapaziada suada. Dizem que antes ela chegou a ir muito bem, sambou, chorou enquanto evoluia com a bateria… Mas essa foto depõe contra, viu Sheron!

Fonte: O Fuxico


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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Neguinho da Beija-Flor tem carro apreendido durante blitz da Lei Seca

Portal Terra

RIO - O sambista Neguinho da Beija-Flor teve o carro apreendido na madrugada desta sexta-feira durante a Operação Lei Seca, na Avenida Brasil, no Rio de Janeiro. De acordo com a rádio CBN, o cantor não fez a vistoria do veículo em 2010.

Ainda segundo a emissora, Neguinho fez o teste do bafômetro, mas não foi detectado consumo de álcool. Ele foi parado voltando de Nilópolis, depois de sair de um ensaio da Beija-Flor.

Bem-humorado, Neguinho elogiou a Operação Lei Seca. "Esse trabalho tem que ser feito mesmo. Muitas vidas são poupadas. Pena que é só no Rio". Mas, logo depois, criticou. "O negócio deles é pegar alguém conhecido. Pegar famoso dá ibope. Mas amanhã vou lá, pago e retiro o carro".

Ele e a mulher foram para casa no carro de um amigo.


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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Escola evita festa antecipada

Quinta-Feira, 18 de Fevereiro de 2010

Tijuca só mandou gelar as 60 mil latas de cerveja após a apuração

Felipe Werneck, Bruno Boghossian e Luciana Nunes Leal, RIO

MAIS QUE ESPERADO - Madrinha da bateria, Adriane Galisteu beija o troféu que a Tijuca queria desde 1936

Escolada com o favoritismo que resultou em derrota nos últimos carnavais sob o comando do carnavalesco Paulo Barros, a direção da Unidos da Tijuca só mandou gelar as 60 mil latas de cerveja estocadas para uma possível festa da vitória após o resultado da apuração. Ao contrário do que se viu no desfile, não teve truque de ilusionismo na calorenta quadra da escola, na Avenida Francisco Bicalho, zona portuária do Rio. Com o anúncio da campeã do carnaval, funcionários da Tijuca começaram a correr nos fundos da quadra com latas e sacos de gelo.

"Está quente, tem de esperar um pouquinho", disse um dos atendentes do bar, às 18 horas. Pouco antes do encerramento da apuração, a quadra, com capacidade para 8 mil pessoas, ainda não estava cheia. Aos poucos, foi chegando cada vez mais gente.

Não havia Batman nem Homem-Aranha, os super-heróis levados à avenida no desfile da escola campeã. Mulheres de top disputavam no tapa camisetas de uma rádio arremessadas do camarote. O locutor exaltava a volta de Paulo Barros à agremiação. As notas mais comemoradas foram os cinco 10 que a escola recebeu em comissão de frente.

"Parece que o coração vai sair pela boca", disse a passista Marina Teixeira, sambando sem parar. "Foi muita luta, valeu a pena", emendou o segundo mestre-sala, Sandro Avelar. "Não tem explicação", afirmou Patrícia Cristina, a segunda porta-bandeira. Uma segunda festa estava prevista para a quadra da escola no Morro do Borel, na zona norte, com mais 50 mil latinhas de cerveja distribuídas de graça, conforme o diretor da quadra da zona portuária, Fernando Leal.

GRANDE RIO

Na quadra da Grande Rio, em Duque de Caxias (Baixada Fluminense), a festa começou assim que terminou a apuração. A bateria comandada pelo Mestre Ciça e os intérpretes cantaram o samba-enredo em homenagem aos 25 anos do Sambódromo do Rio, comemorados em 2009. O presidente administrativo da escola, Hélio de Oliveira, chegou à quadra levando o troféu, foi muito aplaudido e posou para fotos com o público. "Ninguém nos apontava como favoritos, mas nós tínhamos certeza de que fizemos um bom desfile. Conseguimos um vice-campeonato que foi quase um campeonato", afirmou, convicto, Hélio.

O segundo lugar da Grande Rio foi confirmado na reta final da apuração, quando a Beija-Flor perdeu pontos preciosos em alegorias e adereços, comissão de frente e enredo. A escola de Duque de Caxias levou para a Sapucaí um enredo leve e ainda prestou homenagens a Joãosinho Trinta, Jamelão e Paulo Barros (pelo desfile de 2004).

Em Nilópolis, o público deixou a quadra da Beija-Flor assim que foi confirmado o terceiro lugar. A segunda colocação da Grande Rio decepcionou os torcedores que acompanhavam em dois telões a disputa emocionante, decidida só no fim da apuração.
O Estadão

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

PM do 22º Batalhão comanda passistas da Beija-Flor

Alice Fernandes

O PM Anderson Bezerra, do 22º Batalhão, comanda a ala de passistas da Beija-Flor / Foto de André Teixeira

RIO - A Polícia Militar resolveu mostrar no carnaval deste ano que nem só de operações de repressão ao crime vivem os policiais da cidade. Depois de a tenente Júlia Liers (23º BPM, do Leblon) ser coroada rainha de bateria da Independente de São João de Meriti e ganhar o título de musa da Porto da Pedra, nesta quarta-feira foi a vez de o soldado Anderson Bezerra Dantas, do 22º BPM (Maré), abrir a guarda e contar que vai sair na Beija-Flor.

Aos 31 anos, Anderson estará na avenida no comando dos passistas da azul-e-branco de Nilópolis, onde também atua como coordenador de ala. A missão carnavalesca não é novidade na vida do PM, que samba há uma década na escola de Neguinho da Beija-Flor.

- Quando soube que policiais iriam desfilar, achei muito bom. A corporação é bastante criticada e a nossa participação no desfile serve para mostrar o outro lado da Polícia Militar. Não somos pessoas sisudas o tempo todo, somos profissionais que trabalham, mas que também têm seus momentos de lazer - diz.

Mas a participação de Anderson no carnaval da Beija-Flor não se restringe à Sapucaí. Aos sábados, ele dá expediente na quadra da agremiação, em Nilópolis, como professor do projeto social que a escola desenvolve para formar novos passistas.

- Trabalho com a porta-bandeira Selminha Sorriso e integrar esse projeto, que visa o futuro das crianças da comunidade no samba, me dá muito prazer. Saio na escola há dez anos e, desde 2003, sou passista - conta o PM, que no desfile deve usar um fraque como fantasia.

Além de Anderson e da tenente Júlia Liers, mais oficiais vão se entregar à folia neste fim de semana. Oito PMs das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), incluindo a capitã Pricilla de Oliveira Azevedo, chefe das operações no Morro Dona Marta, em Botafogo, confirmaram presença no desfile da Portela e entrarão na Sapucaí num carro alegórico que vai representar a paz.

Com enredo sobre o cinquentenário de Brasília, a Beija-Flor será a última escola a desfilar no domingo.

O Globo