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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Carlos Alberto de Nóbrega se casa em São Paulo

Apresentador trocou alianças com a nutróloga Renata Domingues

O noivado de Carlos Alberto de Nóbrega e Renata Domingues - Reprodução internet

Aos 82 anos, o humorista Carlos Alberto de Nóbrega se casou ontem, em Alphaville, São Paulo, com a médica nutróloga Renata Domingues. Os dois selaram a união no civil e logo depois comemoraram com uma pequena festa na casa do apresentador, evento que reuniu familiares e amigos mais próximos do casal. Este é o terceiro casamento de Carlos Alberto, que anteriormente subiu ao altar com a atriz Andréa Nóbrega.

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domingo, 1 de abril de 2018

Globo fará ‘esquenta’ com melhores momentos do “Zorra” antes de nova temporada

Esquetes que viralizaram nas redes sociais estarão no especial (Imagem: Reprodução / Globo)

A quarta temporada do “Zorra”, que tem estreia programada para o dia 21 de abril, ganhará um compilado de melhores momentos da nova fase da atração, estreada em 2015.

Entre os dias 17 e 20 de abril, a Globo reservará 20 minutos antes do “Jornal da Globo” para mostrar os destaques vividos por Dani Calabresa, Fernando Caruso, Otavio Muller, Welder Rodrigues, Maria Clara Gueiros, Débora Lamm e grande elenco até aqui.

A espécie de “esquenta” para o programa de sábado reunirá não só as escolhas de Marcius Melhem, Celso Taddei e Gabriela Amaral, redatores finais da atração, mas também, clássicos do humorístico que viralizaram na internet.

Com direção de Mauro Farias, o “Zorra” inicia sua temporada 2018 oficialmente a partir do sábado (21) seguinte, logo após “O Outro Lado do Paraíso”.

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por Pedro Mendonça
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terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Anã de ‘A Praça É Nossa’ faz audiência subir e bate a Globo

Priscila Menucci, a Dona Nica do programa do SBT, tem fama de brava e diz que, às vezes, o chinelo voa na direção dos fi lhos

Rio - Desde junho deste ano, quando estreou como a divertida Dona Nica, uma mulher que não aceita desaforo, em ‘A Praça É Nossa’, do SBT, Priscila Menucci só tem motivos para comemorar. Já venceu a Globo na audiência e ainda é com ela, e o ator Enio Vivona, o quadro que abre o programa de Carlos Alberto de Nóbrega.

Priscila Menucci nos bastidores de 'A Praça É Nossa', do SBT - Divulgação

“A gente tem batido direto a Globo. Dá um orgulho e, claro, um gostinho até mais saboroso por ser a Globo”, admite Priscila, aos risos. “Esse quadro mostra que nós com anismo não somos piadinha.

A brincadeira que fazemos tem um grande respeito, não tem chacota. O ‘Seu’ Carlos (Alberto de Nóbrega) tem muito medo disso (chacota). A gente sempre conversa, ele pergunta se está tudo bem”, completa a atriz de 42 anos.

SEM PIADA
No quadro, Dona Nica (Priscila) é casada com Amâncio (Enio), e ela vive repreendendo o marido quando ele faz piadas com os 91 cm dela. Mas não é só na TV que a mulher mostra que tem personalidade. “Então, dizem que eu sou brava. Às vezes, voam chinelos aqui em casa e dou uns gritos também. Com os meninos aqui em casa, o chinelo precisa voar”, divertese ela, que é mãe de Pedro Henrique, de 11 anos, e João Paulo, de 6, e casada com o editor Leonardo Colen, 36 - todos eles têm nanismo.

CONVERSA FRANCA
Priscila conta que, quando o primogênito tinha 5 anos, ele começou a questionar o motivo dos amiguinhos serem maiores que ele, a mãe e o pai. “Eu disse que ele ia ser pequeno também e que ser pequeno não quer dizer que não será um grande homem”, lembra.

“Toda pessoa é diferente da outra. E quando sai a família todinha, não temos problema. Quando têm olhares, não são maldosos, a maioria. As pessoas me reconhecem do programa”, vibra.

A alegria da intérprete só dá lugar à tristeza quando o assunto é roupa. “Se eu compro uma calça incrível, tenho que cortar pela metade. Acabo pagando duas vezes. Nenhuma marca se interessou em portadores de nanismo porque acham que não somos público alvo. Mas alguém anda pelado na rua?”, indaga ela, que calça 25. “Preciso mandar fazer sapato de salto. Gasto uma grana”, lamenta.

OPORTUNIDADES
Com 15 anos de carreira, a atriz comemora as chances para os atores com necessidades especiais. Amiga da atriz com nanismo Juliana Caldas, a Estela de ‘O Outro Lado do Paraíso’, da Globo, Priscila diz que ambas sonharam com esse momento. “Quando vemos um amigo crescendo, crescemos junto. Somos artistas e queremos mostrar a nossa arte”, frisa ela, que já foi operadora de telemarketing e assistente de RH.


NUDEZ

Em nome da causa, ela posou nua para uma campanha inclusiva. “As pessoas nos olham como se fôssemos crianças e dizem: ‘Ah, que bonitinha’. Sou uma mulher, tenho 42 anos, tenho sexualidade. Me despir foi o mais tranquilo, foi por uma causa”, conta. “Sou gostosa na medida certa”, assume. Priscila revela que o marido é ciumento, mas leva de boa, até porque ela faz valer a própria voz. “Às vezes, ‘trago’ a Dona Nica para casa porque precisa”, brinca.

por Gabriel Sobreira
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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Exclusivo: Carlos Alberto de Nóbrega teria feito acordo com o SBT para evitar demissão do filho

Carlos Alberto de Nóbrega ao lado do filho, Marcelo de Nóbrega. (Foto: Divulgação)

Carlos Alberto de Nóbrega atualmente é responsável pelo sucesso de audiência e comercial da Praça é Nossa do SBT. No entanto, isso não impede que o apresentador tenha que tomar medidas bastante delicadas para conseguir manter boa parte do elenco de seu programa contratado.

Com o fim do ano e a necessidade de enxugar custos, o SBT passou a promover uma série de demissões, entre elas a de Moacyr Franco que fazia parte do humorístico e ganhava cerca de 40 mil reais mensais. Agora o TV Foco apurou com uma fonte que outras demissões estavam sujeitas a acontecer como a do próprio Marcelo de Nóbrega, filho do apresentador e diretor da Praça.

Para conseguir reverter a demissão do próprio filho, Carlos Alberto de Nóbrega teria combinado a redução de 30 mil reais de seu salário. É importante ressaltar que o único motivo para a demissão de Marcelo de Nóbrega seria financeiro, já que a Praça é Nossa, da qual ele é diretor segue como vice-líder isolada em audiência com direito a picos de liderança, ou seja, ele é considerado um profissional muito competente.

CARLOS ALBERTO DE NÓBREGA SAI EM DEFESA DE MOACYR FRANCO APÓS AFIRMAÇÕES DO FILHO

Uma verdadeira polêmica tomou conta após a saída de Moacyr Franco do SBT, Ele foi demitido como corte de despesas e não faz mais parte do casting da emissora e por consequência da Praça é Nossa de Carlos Alberto de Nóbrega.

Tudo aconteceu após o filho de Carlos Alberto, Marcelo de Nóbrega, que é diretor da Praça dizer que Moacyr Franco precisava se aposentar, pois vinha esquecendo os textos e trazendo até mesmo quedas de audiência com o quadro dele no programa.

“Moacyr estava cansado, 81 anos de idade. Ele teve um problema na cabeça, não conseguia decorar direito o texto, não conseguia escrever direito, então estava na hora dele se aposentar e ele mesmo dizia isso”, falou Marcelo para o programa TV Fama da RedeTV!

O rapaz foi além e também disse que a audiência do quadro de Moacyr não era tão boa como antes. “Quando o Moacyr entrava caía, realmente, um pouquinho”, afirmou. O apresentador Carlos Alberto de Nóbrega justificou: “Talvez ele como diretor veja de um lado [o Ibope]. Eu vejo no geral”.

Fabíola Reipert, que comanda a Hora da Fofoca na Record na hora do almoço, procurou Carlos Alberto de Nóbrega que disse não concordar com a fala do filho. Ele afirmou que Marcelo de Nóbrega anda tomando remédios e que não diria o que disse em sã consciência. O apresentador também afirmou que já falou com Moacyr Franco, que amigo dele de longa data. Xii!

por Aaron Tura
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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Maldição de Valdemiro Santiago em cima do Pânico na Band se cumpre

O apóstolo Valdemiro Santiago, que também já amaldiçoou o apresentador e jornalista Marcelo Rezende, é fundador da Igreja Mundial. (Foto: Divulgação)

Parece ser coincidência, mas pode não ser. Há três, quatro anos, o apóstolo Valdemiro Santiago amaldiçoou o programa Pânico na Band por conta das inúmeras brincadeiras e piadinhas que atração fazia com a sua imagem.

Na época a imitação de Valdemiro era feita pelo humorista e ator Guilherme Santana, hoje contratado da Globo, atuando no remake do seriado Os Trapalhões como Zacarias.

O apóstolo não gostou nada de saber que eles disseram que: “Se Jesus é prosperidade, Valdemiro é o pedágio”. Santiago detonou o programa e disse que jamais dependeu deles para ter audiência, somente a fé.

“Nunca me ajudaram em nada, só pisaram na moela. Vocês aí do Pânico ficam fazendo chacota, estão fazendo chacota de Deus. Deus vai pesar a mão sobre vocês”.



FIM DO PÂNICO NA BAND:
O fim do programa “Pânico” já é certeza nos corredores da Bandeirantes. A atração não vinha correspondendo da forma que a direção do canal paulista queria, com muita audiência, repercussão e um bom faturamento comercial, algo que não estava mais acontecendo.

De acordo com informações do jornalista Fernando Oliveira, está decidido a data final para a exibição da última edição do humorístico. Ficou acordado que o “Pânico” deixa a Band no dia 17 de dezembro, uma semana antes do Natal.

Pelas contas, o programa ainda possui mais sete edições a serem exibidas no total. Há quem garanta que a atração pode sair do ar antes do combinado. A tristeza nos bastidores e o clima de insegurança tomaram conta da produção nos últimos dias.

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por Aaron Tura
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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Nova temporada do “Zorra” supera antecessoras; atração bate recorde dos últimos quatro anos

Dani Calabresa, um dos destaques do atual formato do “Zorra”

A Globo se deu bem com a mudança de formato do “Zorra”, promovida em 2015. Sob o comando de Marcius Melhem, nos roteiros, e Maurício Farias, na direção, o humorístico cresceu nos números. E chegou em 2017 com uma audiência superior à registrada nos anos anteriores.

Nas oito primeiras semanas desta “terceira temporada”, o “Zorra” cresceu 24%, mantendo a confortável média de 21 pontos. Em 2015, a atração registrou 17 pontos, considerando este mesmo período. Ano passado, segundo dados aferidos na Grande São Paulo, o programa conquistou 18 pontos.

No PNT, o humorístico cresceu 3 pontos (ou 17%) e 6 no Rio de Janeiro (ou 33%). Além disso, o “Zorra” chegou a marcar 23 pontos no episódio exibido em 3 de junho; desde abril de 2013, quando ainda se chamava “Zorra Total”, não se via um índice tão alto.

Contudo, apesar da boa fase, a atração deverá passar por uma nova reestruturação no próximo ano. Alguns dos veteranos do programa, como José Santa Cruz e Tony Tornado, integram a lista de cortes previstos para temporada 2018. Ao todo, 14 nomes deverão ser dispensados, incluindo humoristas da “nova geração”.

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terça-feira, 30 de maio de 2017

Notificado por deputada, Danilo Gentili rasga documento

Maria do Rosário (PT-RS) pedia que o apresentador excluísse de seu perfil no Twitter algumas mensagens em que ele a chama de ‘falsa’, ‘cínica’ e ‘nojenta’

The Noite com Danilo Gentili (SBT) (Divulgação/SBT)

Afeito a comprar brigas nas redes sociais, Danilo Gentili publicou um vídeo em sua página no Facebook em que aparece rasgando uma notificação extrajudicial enviado a ele pela deputada federal Maria do Rosário (PT-RS). No clipe, ele rasga o documento e depois o esfrega em suas partes íntimas. Em seguida, ele o envia de volta à deputada. “Para a Maria do Rosário e para qualquer outro deputado de qualquer outro partido, eu pago o seu salário. Então eu decido se você cala ou não a boca, nunca o contrário”, diz o apresentador do SBT ao final do vídeo.

Procurada por VEJA, a assessoria de comunicação de Maria do Rosário afirma que a notificação pedia que Gentili excluísse de seu perfil no Twitter algumas mensagens em que o apresentador cita a deputada, chamando-a de “falsa”, “cínica” e “nojenta”. Após a repercussão do vídeo do humorista, Maria do Rosário afirmou em seu perfil no Twitter: “Sofri outro ataque daquele que se diz comediante. Comprova viés machista e autoritário. Criminoso vai responder à Justiça. E assim será”. A assessoria da deputada não soube informar quais medidas ela tomará contra Gentili.

O comediante respondeu, também no Twitter. “Mas vai pagar o seu advogado com o dinheiro da empreiteira Engevix ou vai usar o meu próprio dinheiro que paga o seu salário?”, escreveu. Procurado, o advogado do apresentador, Gustavo de Castro Afonso, afirmou que ainda não tinha conhecimento da notificação e que não poderia comentar o assunto.

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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Dedé Santana posa ao lado de Carlos Villagrán, o Quico

Registro desse momento foi publicado no Instagram pela filha do humorista brasileiro

Rio - Dedé Santana e Carlos Villagrán, o Quico do seriado "Chaves", se encontraram no Comic Con Experience 2016. E o registro desse momento foi publicado no Instagram nesta segunda-feira por Yasmim Santana, filha do humorista brasileiro.

"Mestre Carlos Villagrán, eterno Quico do Chaves", escreveu ela na legenda da foto.

Dedé Santana posa ao lado de Carlos Villagrán - Reprodução Internet

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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Sem reforços no elenco, “A Praça é Nossa” vai apostar em novos personagens

Atores que já integram elenco de “A Praça é Nossa” vão encarnar tipos inéditos

Um dos humorísticos mais longevos no ar, “A Praça é Nossa” está em busca de novidades para 2017. Como antecipou o jornalista Flávio Ricco, a ordem é apostar em novos personagens.

Em contrapartida, os tipos a serem lançados devem ser encarnados por atores que já integram o elenco do programa capitaneado por Carlos Alberto de Nóbrega: ainda não se sabe se os atuais personagens terão um descanso ou haverá um revezamento.

Tal estratégia se justifica porque nenhuma contratação está prevista para os próximos tempos, uma vez que o orçamento de “A Praça é Nossa” está estourado. Nem mesmo o retorno de Saulo Laranjeira – que participou de “Velho Chico”, na Globo – deve acontecer, apesar da esperança de alguns setores do SBT.

Vale recordar que, há pouco tempo, mediante a assinatura de um acordo milionário com a Globo, a Warner vetou a sátira aos heróis Batman e Robin, que já era uma tradição no humorístico das quintas-feiras.

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“Zorra” perde o Emmy, mas faz sucesso com produtores internacionais

Marcius Melhem e Mauro Farias estiveram em Nova York na cerimônia do “Emmy”

O “Zorra” não levou o prêmio do “Emmy Internacional 2016”, que aconteceu na última segunda-feira (21), em Nova York, nos Estados Unidos. No entanto, o programa foi bem visto no exterior.

De acordo com o colunista Flávio Ricco, representantes dos humorísticos indicados na categoria “Melhor Comédia” elogiaram a equipe da atração da Globo e se interessaram em comprar os textos do programa.

O “Emmy” acabou saindo para “Hoff The Record”, do Reino Unido. Mas a emissora avaliou o interesse de outras TV’s no “Zorra” como algo positivo e acredita em uma nova indicação em 2017.

A propósito, o elenco do semanal entrou em férias na última quinta-feira (24). As gravações já foram encerradas, porém, os trabalhos seguem para os responsáveis pela edição. Uma nova reunião dos atores deve acontecer apenas em janeiro.

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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Paulo Silvino enfrenta câncer: “Quero morrer na ativa, trabalhando na minha querida TV Globo”

Paulo Silvino ao lado dos filhos, Flávio, Isabela e João Paulo

O humorista Paulo Silvino conta em entrevista à revista “Ti Ti Ti” desta semana que está em tratamento contra um câncer de estômago. Integrante do time do “Zorra”, o ator já enfrentou uma cirurgia de nove horas e está fazendo quimioterapia.

O procedimento cirúrgico que retirou o endocarcinoma (tumor maligno no estômago) durou nove horas: “Foi barra, mas despertei bem-humorado perguntando: ‘Ué, já acabou?’”. Embora conserve a alegria, Silvino admite ter se assustado quando recebeu o diagnóstico: “Na cabeça do leigo é a morte”.

Para evitar que o tumor volte, Paulo irá se submeter a sessões de quimioterapia – ele já realizou quatro das doze previstas. Com o retorno positivo do tratamento, o humorista já faz planos de voltar à TV: “Quero morrer na ativa, trabalhando na minha querida TV Globo”.

Paulo Silvino está na emissora desde 1966. Nestes 50 anos de casa, já participou de diversos humorísticos, como “Planeta dos Homens” e “Viva o Gordo”, apresentou o programa de auditório “Porque Hoje é Sábado”, foi redator do “Domingão do Faustão” e chegou a narrar uma novela, “O Pulo do Gato”.

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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Atriz confirma desavença com humorista estrela do Vai que Cola

O comediante Paulo Gustavo no set de gravações de Vai que Cola, do Multishow - Divulgação/Multishow

O sucesso de Paulo Gustavo, 37 anos, cresce na mesma proporção que sua fama de pessoa de trato difícil. O comediante foi alvo de alfinetadas durante o Prêmio Multishow, na semana passada, e não tem boa reputação nos bastidores do humorístico Vai que Cola, do qual é a maior estrela. Aparentemente, não é uma encenação. Paulo Gustavo já foi acusado de se desentender com outros atores da atração, como Marcus Majella e Samantha Schmütz. A atriz confirma que rola um estresse nos bastidores.

"É família, é tudo muito verdadeiro. A gente é tão amigo que não consegue fingir nada um para o outro. Não tem nada falso. Tem dias em que a gente se estressa, tem dias em que eu não estou bem, em que ele [Gustavo] não está bem. É muita convivência. Mas, na maioria das vezes, a gente é muito feliz”, pondera a atriz.

Gustavo estaria cansado do ritmo do Vai que Cola, principal programa de humor do Multishow, que tem 40 episódios por temporada (são gravados dois por semana) e já está no quarto ano. Por isso, teria chegado atrasado em algumas gravações e dito, em tom de deboche, que não aguenta mais participar do programa. A assessoria do ator nega (leia mais abaixo).

A personalidade forte de Paulo Gustavo chegou ao ponto de virar piada no canal. Os apresentadores do Prêmio Multishow deste ano, Tatá Werneck e Fábio Porchat, não perderam a oportunidade de tirar sarro ao vivo da forma como Paulo Gustavo é conhecido nos bastidores _o comediante comandou o evento durante quatro anos, ao lado de Ivete Sangalo.

Em tom de brincadeira, Tatá disse que Gustavo tinha cifras nos olhos. Ela e Porchat também comentaram, com ironia, que o humorista era insubstituível, a "estrela do Multishow". Ele chegou a fazer uma participação no palco da premiação, ao lado de Tatá e Porchat. "Ele até que tratou a gente bem, não entendo essa fama de destratar as pessoas", os apresentadores concluíram em seguida.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o ator defende que "é amigo de todos os atores do elenco do Vai que Cola, tem uma ótima relação com toda a equipe e não procedem os atrasos e a cara fechada [nas gravações]".

Nessa temporada do humorístico, Paulo Gustavo atua em menos episódios e explica que o motivo é sua participação em um novo programa do Multishow, chamado A Vila, ainda sem previsão de estreia. Ele também tem projetos em desenvolvimento no teatro e no cinema.

O ator, que estreia em dezembro o filme Minha Mãe É uma Peça 2, evitou atuar na TV aberta até hoje. "Converso sempre com as emissoras, já conversei com a Record, com a Band e com a Globo. O Fantástico me propôs ter um quadro. Uma hora vou topar um desses convites, mas eu não preciso dessa audiência da TV aberta. Essa [vontade] de migrar da TV fechada para a aberta eu não tenho. Meu forte é o teatro. Se aparecer um projeto que eu possa conciliar com teatro, eu farei", disse em entrevista em 2014.

O canal Multishow, por meio de sua assessoria, também defendeu Paulo Gustavo: "A relação do Multishow com Paulo é tão boa que ele está em duas estreias neste ano e já conversa com o canal sobre um novo programa para 2017".

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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Filho de Shaolin, Lucas Veloso vence Rodrigo Sant'Anna e será o novo Didi

Lucas Veloso em gravação de Velho Chico, em que atuou ao lado de Domingos Montagner - Caiuá Franco/TV Globo

Intérprete do bom-moço Lucas de Velho Chico, o ator Lucas Veloso foi escolhido pela Globo para interpretar Didi na nova versão de Os Trapalhões, a ser produzida no início do ano que vem. Veloso, que trabalhou na novela das nove em regime de obra certa, assinou contrato de três anos. Com apenas 19 anos, venceu uma disputa interna com Rodrigo Sant'Anna e terá agora a responsabilidade de reviver o personagem criado por Renato Aragão, 81, um ícone de humor brasileiro.

Lucas Veloso é filho do humorista Francisco Jozenilton Veloso, o Shaolin, morto em janeiro último, após cinco anos sofrendo as consequências de um grave acidente de automóvel em Campina Grande, na Paraíba.

Veloso foi eleito pela Globo porque, além de nordestino como Renato Aragão, é um excelente imitador. Ele chamou a atenção ao arremedar Silvio Santos em uma cena de Velho Chico, exibida em maio. Dias depois, no Encontro com Fátima Bernardes, cantou como Luiz Gonzaga (1912-1989). Atualmente, está em turnê no Nordeste com um show de humor em que canta, faz piadas e imita famosos.

Veloso foi orientado pela Globo a não falar sobre seu trabalho em Os Trapalhões por enquanto.

As informações sobre o remake do humorístico, exibido pela Globo entre 1977 e 1995, ainda são escassas _e algumas, contraditórias. Há uma versão correndo na emissora de que Renato Aragão e Dedé Santana participarão do programa como eles mesmos. Outra diz que eles farão seus personagens, Didi e Dedé, e que serão tios dos novos Didi e Dedé.

Por enquanto, só Lucas Veloso está certo na nova trupe. Os intérpretes de Mussum, Zacarias e Dedé ainda não foram escolhidos. O ex-CQC Rafael Cortez chegou a ser cotado para reviver Zacarias, mas já foi descartado. Mussunzinho foi sondado para fazer o personagem do pai.

O plano da Globo é ter uma faixa de programação aos domingos dedicada a releituras de programas que fizeram sucesso em suas cinco décadas de existência. Além da Escolinha do Professor Raimundo e de Os Trapalhões, a emissora irá produzir novos episódios de Cassino do Chacrinha e do Sítio do Picapau Amarelo.

Os Trapalhões foram um dos principais humorísticos da TV brasileira. A atração nasceu em 1966, na Excelsior, com o nome de Adoráveis Trapalhões. Os integrantes eram o cantor Wanderley Cardoso, o lutador de telecatch Ted Boy Marino, o cantor e ator Ivon Cury e o quase desconhecido cearense Renato Aragão.

A formação clássica ocorreu nos anos 1970. Na Record, sob o nome de Os Insociáveis, entraram Dedé Santana e Antônio Carlos Gomes, o Mussum. Zacarias, ou Mauro Faccio Gonçalves, chegou depois, quando o grupo já estava na Tupi, finalmente com o nome de Os Trapalhões.

Em 1977, os humoristas se mudaram para a Globo. Exibida antes do Fantástico, a sequência de esquetes e sátiras musicais fez enorme sucesso nas décadas de 1970 e 1980. Nos 18 anos de Globo, passou por várias reformulações, superou uma separação de seis meses, em 1983, e as mortes de Zacarias (em 1990) e Mussum (em 1994).

por Daniel Castro
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terça-feira, 18 de outubro de 2016

Rita Cadillac volta ao Porchat para pedido de desculpa

Episódio da atração vai ao ar nesta segunda-feira. Retratação acontece após desentendimento entre ex-chacrete e o humorista

Fábio Porchat pede desculpas para Rita Cadillac após desentendimento em programa (Antonio Chahestian/ Rede Record/Rita Cadillac volta ao Porchat para pedido de desculpa)

Rita Cadillac disse que nunca se sentiu “tão ofendida” após a participação mal-sucedida no Programa do Fábio Porchat, na quarta-feira passada. A entrevista, que não foi ao ar, terminou com Rita abandonando o estúdio no meio da conversa, quando Porchat convidou a ex-chacrete a deixar a marca de seu derrière na “Sarjeta da Fama”.

Após tamanho desentendimento, ela foi convidada a retornar à atração para ouvir do humorista um pedido de desculpa. A conversa vai ao ar nesta segunda-feira no late show da Record. Segundo adiantou a emissora, Porchat vai explicar que o quadro é uma piada com o próprio programa e não com a artista.

“Eu queria te pedir desculpa. Se você está chateada, a culpa é nossa”, diz Porchat. “Sim, a culpa é de vocês”, concorda Rita. “Não pegou legal. O ‘sarjeta’ não pegou legal. Eu tentei ficar no palco, tentei rir, mas fui embora. Reconheço que deveria ter te chamado para o camarim pra gente conversar, mas nessas horas o sangue sobe.”

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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Ex-parceiro de ET, Rodolfo trabalha na roça: 'Estou morrendo de tristeza'

Rodolfo Carlos de Almeida durante reportagem no Domingo Show, da Record, em 2014 - Divulgação

Sem emprego na TV há mais de um ano, Rodolfo Carlos de Almeida pegou na enxada e foi para a roça. Literalmente. Duas vezes por semana, ele trabalha com um amigo no cultivo de hortaliças orgânicas em uma chácara na Grande São Paulo. Ex-parceiro de Cláudio Chirinian, o ET, o repórter de Ratinho e Gugu coloca todas as esperanças de um futuro melhor em uma indenização milionária que reclama do SBT, onde trabalhou durante 12 anos.

O trabalho na lavoura, além de gerar um "salário incentivo" e duas cestas de alimentos orgânicos por semana, serve como terapia e válvula de escape para a mágoa que ainda nutre pela emissora de Silvio Santos. "Estou trabalhando com a terra, pegando na enxada com orgulho. O SBT me mandou para a roça e eu gostei. Quando saio de lá, a tristeza chega", diz.

Doente (ele diz ter depressão), com o pai sofrendo de câncer, Rodolfo confessa estar "desesperado" para por a mão na indenização trabalhista. "A minha saúde tá ruim, tô morrendo de tristeza. Meu pai está vencendo um câncer e temos poucas condições financeiras. Estou desesperado. Minha vontade é de me acorrentar na frente do SBT para protestar e chamar a atenção de Silvio Santos", diz.

Rodolfo em plantação de brócolis orgânicos em que trabalha duas vezes por semana

Rodolfo processa o SBT na Justiça Trabalhista desde 2009, quando deixou a emissora. Em 2012, ganhou em primeira instância o direito de receber uma série de indenizações, como férias, 13º salário, Fundo de Garantia, aviso prévio e, principalmente, as diferenças decorrentes da redução de salário que sofreu, de R$ 34 mil em 2000 para R$ 5.000 em 2009. Somando tudo, são alguns milhões de reais.

Em 29 de abril deste ano, a sentença foi confirmada em última instância pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho), mas o SBT vem protelando o pagamento com recursos processuais. "A gente aguarda agora o TST confirmar que o processo está transitado em julgado e ver se o SBT vai pagar ou entrar com novo recurso", diz o advogado de Rodolfo, Ronaldo Sposaro Júnior. Na Justiça Trabalhista, é raro um tribunal alterar uma sentença de primeira instância. "Estão tentando ressuscitar uma coisa que já está morta", completa Sposaro Júnior.

O SBT discorda. "Ainda pende recurso extraordinário", diz a emissora em nota. "Sequer o advogado do reclamante deu início à execução provisória da sentença, o que poderia antecipar os eventuais recebíveis", relata, via assessoria de imprensa.

O repórter no auge da carreira de artista, no SBT

Depressão
Rodolfo só conseguiu trabalhos esporádicos na TV depois que saiu do SBT. Em 2010, ficou três meses no programa de Sonia Abrão, na RedeTV!. No ano passado, voltou a acordar famosos no programa de Gugu Liberato, na Record, mas a fórmula com a qual fez sucesso nos anos 2000 já não funciona mais.

O ex-repórter do microfone comprido tem recebido ajuda justamente de Gugu para cuidar da saúde frágil. "Fiz mais de 30 exames, não tenho nada, amém. O Gugu me pagou todos exames. O médico falou que estou com vermes. Minha doença é depressão", fala.

Na semana passada, um simples quadro do Programa Silvio Santos deixou Rodolfo ainda mais pra baixo. O dono do SBT fez uma pergunta envolvendo a dupla que formou com ET, morto em 2010, em um quadro chamado Bolsa Família. Para Rodolfo, foi uma "provocação pública", uma ironia com as dificuldades financeiras que enfrenta atualmente. "Sabemos que foi para me "zoar", diz.

Ontem (16), Rodolfo reforçou seu papel de vítima em uma rede social. "O que me incomoda no momento é ver a desobediência acompanhada da provocação pública, a postergação do fim de uma maldade que me foi feita por gente poderosa", escreveu.

Rodolfo já sabe o que fará com parte do dinheiro que espera receber do SBT. "Há anos decidi trabalhar com a terra para plantar orgânicos. Espero receber daquela empresa e investir nisso. Um amigo engenheiro agrônomo me dá aulas. Vou plantar e colher, trabalhar na terra, já que ninguém quer fazer isso".

Com Cláudio Chirinian, o ET, com quem formou dupla por acaso no programa de Ratinho

Jornalismo popular
Rodolfo, apesar das dificuldades que enfrenta, vive em uma casa confortável em um condomínio luxuoso na Grande São Paulo, comprada quando estava no auge. Não tem carro, gasta pouco.

Ele tem 45 anos e é formado em jornalismo, mas se considera um artista. Começou a carreira no jornalismo popular, no início da década de 1990. Produziu reportagens policiais para Gil Gomes e de direito do consumidor para Celso Russomanno no extinto Aqui Agora, do SBT. Trabalhou com Carlos Massa, o Ratinho, na CNT e depois na Record, onde formou a dupla com ET.

Em 1998, voltou para o SBT. As tentativas de acordar Silvio Santos e outros artistas renderam ao Domingo Legal picos de 30 pontos no Ibope e a liderança eventual de audiência. Um CD da dupla, com o hit A Dança do ET, vendeu mais de 270 mil cópias.

por Daniel Castro
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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Criador do Fofão, Orival Pessini morre aos 72 anos


Orival Pessini faleceu aos 72 anos, após uma luta contra um câncer

Morreu na madrugada desta sexta-feira (14), aos 72 anos, Orival Pessini, criador dos personagens Fofão, Patropi e Sócrates, depois de uma luta contra um câncer no fígado e no baço.

O humorista estava internado há duas semanas no Hospital São Luiz, em São Paulo, mas acabou não resistindo. Ele também chegou a ter câncer na garganta, do qual havia se recuperado.

Orival iniciou a carreira na TV Tupi, em 1963, com o programa “Quem Conta um Conto”, e, na década de 80, foi viver os macacos Sócrates e Charles no “Planeta dos Homens”, da Globo.

Entre 1983 e 1986, Pessini interpretou seu papel mais marcante, o Fofão, no infantil “Balão Mágico”. O sucesso foi tanto que, após o fim da atração, o comediante criou o “TV Fofão”, formato apresentado pelo personagem na Band.

Em 1988, Orival ingressou no cômico “Praça Brasil”, da Band, como Patropi, papel que depois viveu na “Escolinha do Professor Raimundo” (Globo), “A Praça é Nossa” (SBT) e “Escolinha do Barulho” (Record).

Pelo Instagram, Simony, que atuou com Pessini no “Balão Mágico”, lamentou a morte do amigo. “Hoje é um dia tão triste, mas tão triste porque eu acabo de perder meu amigo, meu boneco que fez tanto minha alegria e a de muitas crianças. Orival Pessini eu te amo. Vai com Deus, meu amigão. Meu eterno Fofão”, escreveu a cantora.

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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Edição amadora atrapalha ‘Programa do Porchat’ com Cake Boss

Cortes bruscos e erros no áudio deixaram a atração - que seria divertida sem esses problemas - confusa

Buddy Valastro participa do ‘Programa do Porchat’ (Record/Divulgação)

Aproveitando sua vinda ao Brasil para a final do Batalha dos Cozinheiros, o americano Buddy Valastro, conhecido como Cake Boss, passou pelo Programa do Porchat na noite desta quarta-feira. Divertida, a atração preparou várias brincadeiras com o chefe de cozinha, mas acabou prejudicada por uma edição para lá de ruim da equipe da Record.

Em um dos blocos, Fabio Porchat apresentou Valastro a seu dublador no Brasil, Wendell Bezerra. O problema é que o áudio do microfone de Bezerra desapareceu na edição – foi preciso aumentar bastante o volume para conseguir ouvir alguma coisa. Porchat contou que além de dublar Valastro, o rapaz também empresta a voz a Bob Esponja e pediu que ele falasse algo imitando o personagem do desenho. Logo depois de imitar, houve um corte e, de repente, Bezerra já tinha sumido do programa, sem se despedir.

A participação do Cake Boss continuou com uma brincadeira em que Porchat pediu que ele preparasse um macarrão instantâneo com alimentos comumente encontrados na geladeira dos brasileiros – feijão, ovo, cebola, meio limão etc. A participação de Valastro no programa foi dublada mas, nesse segmento, quando ele respondia algo, a trilha com sua voz original estava alta demais. Ou seja, só dava para ouvir o que ele falava em inglês. Quem não entende a língua provavelmente ficou sem entender nada.

A atração seguiu com outros cortes bruscos, pequenos erros de continuidade e no áudio. O Programa do Porchat é interessante, o comediante está se mostrando um apresentador competente e divertido. Mas casos como os desta quarta prejudicam a atração, dando ao espectador a impressão de amadorismo.

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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Globo enfrenta impasses para voltar com Os Trapalhões em 2017

O humorista Mussum nos anos 1980; família aprova remake de Os Trapalhões pela Globo - Geraldo Modesto/Globo Memória

A Globo enfrenta alguns impasses para voltar a produzir o humorístico Os Trapalhões em 2017, em parceria com o canal Viva. O principal deles envolve a negociação dos direitos de imagem do quarteto original. A área artística da emissora ainda não tem clareza se poderá usar os nomes de Mussum e Zacarias, já mortos.

Diante dessa situação, há quatro possibilidades: 1) um remake com novos atores interpretando Didi, Dedé, Mussum e Zacarias; 2) uma nova trupe, com outros personagens, mas com o mesmo "espírito" do programa clássico e a participação de Renato Aragão; 3) uma versão com Renato Aragão e Manfried Sant'Anna, o Dedé, e outros dois novos atores interpretando Mussum e Zacarias; 4) e um programa com Didi, Dedé e dois novos personagens, sem Mussum e Zacarias.

O mais provável, e desejável, é que será um remake com novos atores dando vida a Mussum e Zacarias e com Dedé Santana e Renato Aragão revivendo, respectivamente, Dedé e Didi. Alguns nomes já são cogitados para o elenco. Aílton Graça ou Mussunzinho interpretariam Mussum e Rafael Cortez faria Zacarias. Em entrevista ao UOL, no último dia 2, a mulher de Aragão, Lilian Aragão, informou que o marido já escreve esquetes para o programa.

Apontada nos bastidores da Globo como um dos obstáculos para o remake, a família de Mussum apresenta um discurso oposto. Sandro Gomes, filho do humorista e porta-voz da família, diz que a Globo ainda não negociou a liberação da imagem, mas isso não será um problema. "Não só pra mim, mas pra minha mãe e meus irmãos, vai ser um prazer enorme ver esse remake", diz. Ele brinca com a hipótese de Mussunzinho entrar para o elenco. "Acho legal, é o filho representando o pai, mas vai ter que trabalhar bem, se não vai tomar puxão de orelha em casa".

O remake de Os Trapalhões ganhou força na Globo depois do sucesso da Escolinha do Professor Raimundo, que estreia segunda temporada no Viva nesta segunda (11) e entra no ar na Globo em 16 de outubro. Na mesma linha, a emissora irá realizar no ano que vem, também em parceria com o Viva, uma nova leva do Cassino do Chacrinha, com Stepan Nercessian no papel de Abelardo Barbosa (1917-1988). A ideia é que cada programa tenha de quatro a 12 episódios.

Os Trapalhões foram um dos principais humorísticos da TV brasileira. A atração nasceu em 1966, na Excelsior, com o nome de Adoráveis Trapalhões. Os integrantes eram o cantor Wanderley Cardoso, o lutador de telecatch Ted Boy Marino, o cantor e ator Ivon Cury e o quase desconhecido cearense Renato Aragão.

A formação clássica ocorreu nos anos 1970. Na Record, sob o nome de Os Insociáveis, entraram Dedé Santana e Antônio Carlos Gomes, o Mussum. Zacarias, ou Mauro Faccio Gonçalves, chegou depois, quando o grupo já estava na Tupi, finalmente com o nome de Os Trapalhões. Em 1977, a trupe se mudou para a Globo. Exibida antes do Fantástico, a sequência de esquetes e sátiras musicais fez fez enorme sucesso até 1995. Nesses 18 anos de Globo, passou por várias reformulações, superou uma separação de seis meses, em 1983, e as mortes de Zacarias (em 1990) e Mussum (em 1994).

por Daniel Castro
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Lucio Mauro Filho revela a reação do pai ao vê-lo na Escolinha: 'Emocionado'

O ator Lucio Mauro Filho em cena como Aldemar Vigário na Escolinha do Professor Raimundo - Divulgação/Viva

A Escolinha do Professor Raimundo retorna à programação do canal Viva nesta segunda-feira (12) com mais episódios, mais piadas ácidas e mais emoção. Que o diga Lucio Mauro Filho. O ator interpreta pelo segundo ano o personagem Aldemar Vigário, consagrado na Escolinha original (1990-1995) por seu pai, Lucio Mauro. Ele revela que o ator, já com 89 anos, foi ao estúdio em que o programa está sendo gravado e se emocionou com o que viu.

"Meu pai ficou muito emocionado. Ele foi homenageado, esteve aqui conosco. Quando terminou, eu fui lá e perguntei: 'E aí, pai, gostou?'. Ele respondeu: 'Nunca imaginei que eu fosse voltar aqui', como se a escola estivesse montada o tempo inteiro. Foi um dia muito especial. Ele ama e não ama só o filho, ama todos os artistas, ficou emocionado com a qualidade do espetáculo. Ele não dá dica nenhuma, só se diverte, virou plateia", conta.

Lucio Mauro Filho também confessa que se emociona muito nas cenas com Bruno Mazzeo (filho de Chico Anysio), em que os dois homenageiam seus pais. O sentimento de saudade e nostalgia até ultrapassa os limites da sala de aula. Mazzeo afirma que já fez vários fãs chorarem só por representar na TV a lembrança de seu pai. "A Escolinha toca no afetivo das pessoas. Eu encontrava com gente na rua que vinha me falar: 'Via isso com meu pai, minha avó adorava'. Já aconteceu de eu entrar em táxi e o taxista começar a chorar. Várias pessoas falavam [sobre o programa] com carinho. Acho que isso é o mais forte", explica.

Além de Mazzeo e Lucio Mauro Filho, todos os outros comediantes (são 19 no total) retornam para a segunda temporada da Escolinha do Professor Raimundo, que terá 16 episódios inéditos _10 deles serão exibidos no canal Viva e todos entrarão na programação da Globo a partir do dia 16 de outubro.

"Quem entra aqui eu não deixo sair", brinca a diretora-geral Cininha de Paula. A temporada anterior foi ao ar em 2015 como um projeto do Viva de trazer de volta programas que fizeram muito sucesso no passado, como o Globo de Ouro e o Sai de Baixo. Desde então, os atores ficaram amigos e criaram um grupo de Whatsapp para manter o contato durante os meses do ano em que ficam longe da Escolinha, trabalhando em outros projetos.

O ator e roteirista Bruno Mazzeo, que assume o papel de Professor Raimundo na Escolinha

Nostalgia programada
Com uma equipe tão unida, há espaço para mais comediantes? Essa foi uma questão intrigante para a produção da Escolinha neste ano, que chegou a considerar adicionar novos alunos. "Nessa vez, eu queria que a gente tivesse acrescentado outros comediantes, mas eles não estavam disponíveis no momento para fazer alguns personagens, pessoas que a gente merece homenagear. Como Claudia Rodrigues, adoraria homenagear o 'beijar muito' [da personagem Talia] dela. Mas quando chegaram os textos eu vi que era suficiente. Não se mexe em time que tá ganhando. Ninguém vetou ninguém, foi um consenso nosso", explica Cininha.

Pelo menos por enquanto, a intenção, tanto da direção quanto do elenco, é manter apenas as homenagens a comediantes da Escolinha original, sem incluir participações especiais ou personagens inéditos. Também é da vontade de todos que o formato desse tributo, em temporadas com poucos episódios (bem diferente das edições diárias do passado), permaneça o mesmo.

"Todos nós fazemos muitas coisas, acho que juntar todo mundo aqui num período pequeno deve ser uma loucura para toda a equipe. Então acho que tem que ser feito assim, é até melhor para o projeto: fazer uma leva, deixar uma saudade e voltar depois", afirma Bruno Mazzeo. "Se a gente começasse a aparecer toda semana fazendo Escolinha, diriam: 'Estão se aproveitando dos velhos'", completa Lucio Mauro Filho.

O comediante Marcelo Adnet interpreta o personagem Rolando Lero em cena da Escolinha

Política na Escolinha
O formato e o elenco são os mesmos, mas o texto tem novidades. Nesta temporada, os redatores Daniel Adjafre e Péricles Barros aproveitaram o momento turbulento do Brasil na política para levar o tema para a sala de aula. Já no primeiro episódio, Dona Catifunda (Dani Calabresa) faz uma piada provocativa, dizendo que uma de suas brincadeiras no emprego novo, como animadora de festa infantil, é "milícia-e-ladrão".

"A sociedade brasileira está elétrica. Sem querer caracterizar a Escolinha de política, absolutamente, a gente não deixa de trazer alguns termos e incorporá-los nas piadas. Gravamos cenas que falavam de delação premiada, condução coercitiva, deputado ficha suja, não especificamente de ninguém. São termos que passaram a fazer parte do vocabulário do brasileiro e estão aqui em outro contexto, leve, como é o tom que a gente espera que a Escolinha tenha", comenta

Amparados pelo sucesso da primeira temporada e pelo talento dos comediantes, os autores prometem mais ousadia nos novos episódios. "Não sabíamos que teria segunda temporada, tínhamos preocupação e respeito com os personagens. Agora, a tendência é que a gente comece a se soltar um pouco mais, no bom sentido, trazer algumas características [novas], pirar um pouco. Isso é uma coisa que vai dar uma liberdade maior para a gente, que já está se refletindo com o elenco", afirma Barros.

A segunda temporada da Escolinha do Professor Raimundo será exibida de segunda a sexta, no Viva, às 20h30. Na Globo, irá ao ar nas tardes de domingo.

por Fernanda Lopes
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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Adnet decepciona com estreia de talk show protocolar e sem graça

‘Adnight’, da Globo, não saiu do script e faltou senso de humor ao apresentador, que recebeu o narrador Galvão Bueno no primeiro episódio

Marcelo Adnet estreia o ’Adnight’, com participação de Galvão Bueno (Divulgação/TV Globo)

Um dia depois da boa estreia de Fabio Porchat na Record, Marcelo Adnet decepcionou ao apresentar ao público o seu Adnight, na Globo, na noite desta quinta-feira. Mistura de talk e game show, o programa tentou ser diferentão, como ao mostrar o narrador Galvão Bueno, entrevistado da noite, conversando com o comediante enquanto pisava em uvas, mas todas as investidas por um caminho não tradicional foram frustradas. Nervoso e sem muita agilidade para fazer piadas e tiradas rápidas, Adnet acabou apagado em seu próprio programa – uma surpresa para quem esperava ver algo como o ótimo Tá no Ar: A TV na TV, que o comediante apresenta ao lado de Marcius Melhem na Globo.

A ideia da atração é centralizar todo o episódio em um convidado. Galvão começou sua participação com uma paródia de História de Uma Gata, cantada ao lado de Adnet, em que admitia ser “chato” – como o público da Globo não se cansa de dizer. Para além do inusitado de o narrador ter se chamado de chato, a canção não teve nada demais e, sinceramente, não arrancou nem mesmo um sorriso amarelo do espectador. Em seguida, o apresentador chamou o colega de emissora para uma rápida conversa no divã, em que, novamente, nada saiu do protocolar.

O quadro seguinte foi uma competição entre amigos de Galvão, Reginaldo Leme, Arnaldo Cézar Coelho e Daniela Mercury, para determinar quem conhecia melhor o narrador. Um joguinho sem graça, com perguntas como a profissão anterior do global. Fosse um participante mais interessante, talvez a brincadeira até tivesse seus momentos mais divertidos. Mas há pouca graça em saber que Galvão já foi vendedor em uma fábrica de plásticos, por exemplo.

O programa seguiu com outra paródia, uma brincadeira em que Galvão e Adnet apareceram fantasiados como faraós do Egito Antigo e uma corrida com obstáculos em que entrevistado e apresentador apareceram em bichos mecânicos de shopping (quadro copiado do americano Tonight Show with Jimmy Fallon). Deu para perceber que investimento definitivamente não foi um problema para a atração. Tudo que era apresentado era grandioso, com um orçamento que talvez pagasse vários episódios de talk shows comuns – mas o humor, o elemento mais importante, esteve em falta nessa estreia.

Por Meire Kusumoto
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